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Papel do técnico de cardiopneumologia no controlo do doente sob ventilação |
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A falência ventilatória constitui a fase terminal de um conjunto vasto de doenças, entre as quais se destacam, pela frequência e impacto sócio-económico, a Bronquite Crónica a Cifoescoliose e as doenças neuromusculares das quais a Esclerose Lateral Amiotrófia (ELA) é um exemplo.
Nesta fase coloca-se a necessidade parcial ou permanente de uma prótese ventilatória como suporte de vida, o que convencionalmente só é assegurado em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI).
Sistemas de monitorização de ECG, frequência respiratória, pressões não invasivas, oximetria e CO2. Os ventiladores usados são normalmente do tipo BiPAP e CPAP e a ventilação é quase sempre feita através de máscara nasal.
As suas funções incluem:
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Educação e treino do doente e da família, no sentido da sua adaptação e auto-suficiência no manejo do ventilador e restante equipamento eventualmente necessário.
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Registo e monitorização clínica, funcional e laboratorial.
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Selecção e parametrização do ventilador adequado ao doente.
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Autonomia na execução segundo o protocolo genérico que inclui incremento progressivo das pressões inspiratórias e expiratórias (IPAP e EPAP) e da FiO2 até à obtenção de um nível óptimo susceptível de corrigir, ou pelo menos diminuir, as alterações gasométricas, sem prejuízo em termos de aderência e conforto do doente.
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